O objecto “baú” relembra a todos muitas histórias relacionadas com tesouros escondidos em ilhas distantes e desertas, e com piratas de olho de vidro e perna de pau. Porém, e se o baú se encontrar nas mãos de um sapateiro? Que tipo de tesouro teria?
Raul era um jovem rapaz que se dedicava a tempo inteiro a produzir, modernizar e transformar sapatos, tornando-os mais adequados para os seus donos. Todos os seus dias eram preenchidos por trabalho, trabalho e mais trabalho, deixando de lado as amizades, os amores e outros sonhos e interesses. Tornou-se num robô, sem sentimentos e emoções, com um único objectivo: alcançar uma vida sem dificuldades, misérias e pobrezas.
No decorrer do tempo, o “patinho” passou a “cisne”. Após longos períodos de trabalho árduo, os seus sapatos tornaram-se os mais belos e desejados daquela região.
Raul tornou-se num homem rico. Tudo o que possuía era cheio de brilho e cor. Todavia, esta beleza encontrava-se só no exterior, porque o interior era obscuro, os sentimentos e emoções tinham desaparecido....
A melhoria das condições económicas e financeiras de Raul permitiu a expansão da sua loja por mais sítios e também a possibilidade de admitir ajudantes.
Certo dia, uma mulher de cabelos negros, contrastados com a sua pele branca, pede e implora por um emprego na sua loja. Raul, ao ver a imagem da pobre mulher, vestida de tecidos velhos, sem cor e sem brilho, recusa o pedido, pois uma figura destas só poderia estragar a imagem da sua sapataria. Ao ser confrontada com tal resposta, a pobre mulher oferece-lhe o objecto mais valioso que possuía, um baú, para tentar convencê-lo a contratá-la. Raul fica surpreso e intrigado, mas, por outro lado, admirado com o objecto que lhe fora oferecido. O baú era revestido por talha dourada que brilhava à luz do sol, e apresentava padrões únicos e tão belos que ele não pôde recusar.
Quando recebeu o baú, não aguentou mais e decidiu logo abri-lo. Dentro deste, encontravam-se todos os sentimentos e sonhos por ele esquecidos. Por isso, ao abrir o baú, abriu também o seu coração, deixando escapar todas as suas emoções. Agora, o interior de Raul brilhava com o seu exterior, a luz tinha incidido, também, no seu coração acendendo a sua chama de novo.
Com a abertura do baú, a vida e a personalidade deste sapateiro mudaram. Raul aprendeu que um homem só tem o direito de olhar outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.
Raul era um jovem rapaz que se dedicava a tempo inteiro a produzir, modernizar e transformar sapatos, tornando-os mais adequados para os seus donos. Todos os seus dias eram preenchidos por trabalho, trabalho e mais trabalho, deixando de lado as amizades, os amores e outros sonhos e interesses. Tornou-se num robô, sem sentimentos e emoções, com um único objectivo: alcançar uma vida sem dificuldades, misérias e pobrezas.
No decorrer do tempo, o “patinho” passou a “cisne”. Após longos períodos de trabalho árduo, os seus sapatos tornaram-se os mais belos e desejados daquela região.
Raul tornou-se num homem rico. Tudo o que possuía era cheio de brilho e cor. Todavia, esta beleza encontrava-se só no exterior, porque o interior era obscuro, os sentimentos e emoções tinham desaparecido....
A melhoria das condições económicas e financeiras de Raul permitiu a expansão da sua loja por mais sítios e também a possibilidade de admitir ajudantes.
Certo dia, uma mulher de cabelos negros, contrastados com a sua pele branca, pede e implora por um emprego na sua loja. Raul, ao ver a imagem da pobre mulher, vestida de tecidos velhos, sem cor e sem brilho, recusa o pedido, pois uma figura destas só poderia estragar a imagem da sua sapataria. Ao ser confrontada com tal resposta, a pobre mulher oferece-lhe o objecto mais valioso que possuía, um baú, para tentar convencê-lo a contratá-la. Raul fica surpreso e intrigado, mas, por outro lado, admirado com o objecto que lhe fora oferecido. O baú era revestido por talha dourada que brilhava à luz do sol, e apresentava padrões únicos e tão belos que ele não pôde recusar.
Quando recebeu o baú, não aguentou mais e decidiu logo abri-lo. Dentro deste, encontravam-se todos os sentimentos e sonhos por ele esquecidos. Por isso, ao abrir o baú, abriu também o seu coração, deixando escapar todas as suas emoções. Agora, o interior de Raul brilhava com o seu exterior, a luz tinha incidido, também, no seu coração acendendo a sua chama de novo.
Com a abertura do baú, a vida e a personalidade deste sapateiro mudaram. Raul aprendeu que um homem só tem o direito de olhar outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.
Susana Claro

15 comentários:
olá.Eu sou aluno do 3º ano da turma B2 da escola dos Sininhos.A tua história fez-me perceber, que o dinheiro não é tudo na vida e que os sentimentos das pessoas são mais importantes.
Olá.Eu sou aluno do 3º ano B2 da escola dos Sininhos. Eu achei que o Sr Raul só pensava no dinheiro, mas quando apareceu a mulher dos cabelos pretos, o seu coração abriu-se às emoções,percebendo que devemos ajudar os outros.
Olá.Eu sou aluna do 3º ano B2. Esta história foi engraçada, porque nós não devemos ver as pessoas só pelo lado exterior, mas também pelo lado interior, ou seja pelos nossos sentimentos.
Olá. Eu sou aluna do 3º ano B2. Eu achei esta história magnífica porque nós devemos ajudar as pessoas, quando elas estão a passar por momentos difíceis.
Olá.Eu sou uma aluna do 3º ano B2. Esta história mostra que devemos ajudar quem precisa.
Ol. Eu sou aluno do 3º ano B2 da escola dos Sininhos. Eu achei que esta história mostrou que os sentimentos valem mais do que o dinheiro.
Olá eu sou Marta Fonseca da turma do 3º ano D3 da Escola do Desterro. A tua história mostrou que o sr. Raul só se interessava pelo dinheiro mas quando apareceu a menina de cabelos pretos ele percebeu que os sentimentos valem mais .
Olá,eu sou aluna do 3ºB3 da escola do Desterro. A tua história é interessante, divertida, cheia de imaginação e tem uma mensagem muito importante para todos nós. Gostei muito de a ler. Parabéns...
A história está muito bem feita porque nos dá uma lição muito importante: é melhor ser rico por dentro e pobre por fora.
A história é muito interessante e impressionante. É bonita e linda.
Esta história fala de bons sentimentos e também está muito bem escrita. Parabéns à sua autora!
Se eu tivesse um baú, colocava lá dentro o meu coração, também a minha vida interior e o meu passado
Escola EB1 NOVA
Joana 3ºB
O que eu achei da história foi que me deixou muito emocionada que até chorei porque era muito bonita.
Se eu tivesse um baú guardava lá dentro as minhas jóias preciosas.
Escola EB1 NOVA
Micaela Patrícia Pereira Alves 3ºB
Esta história é linda, interessante e diz-nos que não importa ser rico ou pobre, o que interessa é ter bom coração.
Se eu tivesse um baú guardava a amizade, o amor, os amigos e a bondade.
Escola EB1 NOVA
Ana Clara 3ºB
A história dá-nos uma lição: temos de ter amigos de qualquer raça para que haja paz, amor e amizade.
Se tivesse um baú guardaria lá dentro jóias e ouro para dar a pessoas pobres. Não se deve julgar as pessoas pelo aspecto
Escola EB1 NOVA
Pedro Francisco Lopes 3ºB
A história é muito bonita e ensina uma lição. Não só devemos ser bonitos por fora mas também por dentro; lá porque uma pessoa é mais pobre do que a outra, não quer dizer que não possam ser amigos.
Se eu tivesse um baú guardava lá dentro as recordações dos meus amigos e também fotografias. Era para mim um tesouro óptimo.
Escola EB1 NOVA
Beatriz Esteves Reis 3ºB
A história que acabei de ouvir foi muito bonita e interessante. Acho que a atitude do Raul, no início, foi muito cruel mas depois achei correcta.
Achei a história um bocadinho triste porque a senhora usava trapos. Na história havia coisas boas e más. O que eu gostei mais foi quando o Raul deixou a senhora trabalhar na loja.
O que eu guardava no meu baú era: pulseiras, casacos, lápis, brinquedos, livros, álbuns de autocolantes, fotos, folhas, desenhos, recordações dos meus amigos que me acompanharam no infantário e na escola e todos os meus bens preciosos.
Escola EB1 NOVA
Maria Leonor Valdemar Figueirinhas 3ºA
A história que eu acabei de ouvir foi muito bonita, sentimental e ajudou-me a perceber o que era a amizade.
Se eu tivesse um baú guardaria: amor, alegria e os meus sentimentos.
Escola EB1 NOVA
André Filipe Jesus Novo 3ºA
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