quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Vinte palavras preferidas – Uma história

Trabalho realizado na aula de Língua Portuguesa

As minhas vinte palavras preferidas – Amor, amor-perfeito, cabelo, carneiros, céu, chocolate, flor, lã, lírio, lua, mar, natal, nuvem, olhos, perfeição, relva, rosa, sol, Tiago.

Vinte palavras preferidas – Uma história

Se o amor fosse uma flor seria certamente um amor-perfeito. Amar é uma arte, é preciso saber amar como saber pentear o cabelo de forma original. Para isso é preciso descontrair a imaginar carneiros no céu a saltar uma cerca deliciosa, feita de chocolate. O amor é como uma flor, quente como a e delicada como um lírio. Amar é como uma noite de lua cheia passada numa casa perto do mar, simplesmente perfeito.
Amar e ser amados pela nossa família é essencial. No Natal esse sentimento é demonstrado aos nossos familiares. Mas, por vezes, prefiro ter um momento a sós comigo, mergulhar no meu pensamento profundo onde encontro muitas emoções, sentimentos de momentos, aquele momento meu só meu, onde posso refletir sobre tudo e nada. Na varanda, onde me perco nos meus pensamentos fixo, uma nuvem com os meus olhos. A sua perfeição é semelhante à de uma rosa. Mas por vezes só queria saltar para a relva com a minha rosa no cabelo e ficar lá, ficar lá deliciada até ver o pôr-do-sol, ficar lá à espera que alguém, de repente, apareça e diga “Não te preocupes, o Tiago está bem!”.





Maria Cardoso, nº18, 7ºD [2011/2012]

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Desenho do jardim de infância

Desenho do jardim de infância

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Jardim de Infância Dr. Luís Amaro Oliveira

Os mais pequeninos do nosso agrupamento são grandes e verdadeiros artistas!

A todos eles o nosso beijinho de agradecimento.









sexta-feira, 15 de abril de 2011

A descoberta


Eu era uma arqueóloga muito conhecida no meu país. Tinha um óptimo emprego e (sem querer parecer convencida) aquilo que fazia, fazia muito bem. Ganhava muito dinheiro, tinha uma casa muito boa e era feliz. Tinha muitos colegas no meu trabalho de quem gostava muito. Trabalhávamos 12 ou mais horas por dia, a fazer escavações e descobertas que enriqueciam a história do nosso país, Portugal. Mas, entretanto, algo começou a mudar… Eu comecei a ficar de desinteressada pelo meu trabalho. As descobertas e escavações que eu realizava começaram a perder o seu gosto. Acho que o que eu fazia começou a ficar insípido. Durante muitos dias pensei sobre o assunto e cheguei a uma conclusão. Eu queria trabalhar no Egipto. Aventuras novas, descobertas novas e costumes diferentes. Mas eu não podia tomar essa decisão sem antes consultar os meus pais. Quando, no fim-de-semana fui à casa, reconheci o cheiro habitual que me era tão familiar, o cheiro a rosas. A minha mãe era a minha confidente, a minha conselheira e eu sabia que podia contar sempre com a opinião mais sincera dela. O meu pai já era mais calado e só abria a boca quando tinha algo realmente importante para dizer. Passámos a tarde toda a falar. Eles apoiaram a minha decisão. Nos meses seguintes, tratei de todas as responsabilidades acerca da minha mudança para o Egipto e no Verão já estava instalada numa pequena, mas acolhedora casa, na cidade do Cairo e já tinha um óptimo emprego. No entanto, a verdadeira aventura só começou quando eu estava a fazer escavações perto da Grande Pirâmide. Estava um dia muito quente e havia muitos turistas com o seu guia a percorrerem o trajecto turístico habitual. Eu não esperava ter muito trabalho nessa tarde, mas de repente, os meus pensamentos foram interrompidos por um objecto doirado, muito cintilante, que estava enterrado na areia. Fiquei boquiaberta. Era uma chave. Quando olhei com mais atenção, reparei que ela era de oiro e tinha pinturas desenhadas sob as suas formas rudimentares. Dei por mim a correr até à tenda que eu e os meus colegas tínhamos construído perto das pirâmides. Quando lhes mostrei a minha descoberta, eles começaram a festejar e a rir de alegria. Eu não estava a entender nada, mas rapidamente me explicaram que aquela era a chave que abria o cofre secreto de Tutankhamon e que já tinha sido descoberta nos anos 20, só que se perdera antes de o cofre ter sido aberto. Fiquei radiante. Estava nas minhas mãos o objecto que iria revelar um segredo há muito guardado! No dia seguinte, encontravam-se reunidos na nossa tenda improvisada quase todos os arqueólogos da cidade. O cofre e a chave estavam em cima da mesa. Quando eu rodei a chave daquele cofre quadrado, sem qualquer desenho, o meu coração bateu muito depressa. Todos os olhares se dirigiram para aquele lugar. Enfiei a mão dentro do cofre e apenas senti lá um papel. Fiquei um pouco decepcionada. Esperava encontrar lá mais do que um simples papiro com hieróglifos. Mandámos o papiro para especialistas em tradução de hieróglifos e rapidamente tivemos o segredo nas nossas mãos. Foi um momento mágico. O papiro dizia: “ Sei que a minha morte está quase a chegar. Posso ser jovem, mas sou diferente de todos os outros que conhecem. Antes do meu último suspiro quero que juntem o meu coração com o da minha mulher, Akhesenamon, quando ela morrer. É o meu último desejo”. Todos tinham conhecimento de Akhesenamon, a viúva de Tutankhamon e todos sabiam onde o seu túmulo se localizava. O desejo de Tutankhamon foi cumprido. A descoberta não tinha sido o sucesso que se esperava, mas eu sabia a importância daquele desejo escondido nas palavras do faraó. Ele tinha realmente amado aquela mulher e queria que o mundo o soubesse e que se fizesse cumprir o seu desejo.

Fim


Joana, 8ºG

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A autora da próxima história é ...

... Joana,8ºAno

terça-feira, 5 de abril de 2011

E.B.1 Nova - 3ºA e 3ºB

Motivada pela leitura da história "Um baú muito peculiar", a Escola Básica Nova presenteou-nos com estes Baús.




Agora, inventa o teu Baú e envia-nos para o e-mail: site.agrupamento.fg@gmail.com


segunda-feira, 14 de março de 2011

A Loja Mágica





Há muitos muitos anos, havia uma loja, uma loja mágica onde se vendia brinquedos e esses brinquedos tinham vida! Todos os dias as crianças depois da escola, vinham a correr para observá-las na montra. Na loja mágica o que dava vida aos brinquedos era a felicidade dos meninos e meninas quando brincavam e também uma caixa de música onde existia uma bailarina que rodopiava e dançava.
Todas a manhãs, o dono da loja rodava a chave da caixinha e a bailarina com a sua alegria e amor acordava os brinquedos com muita ternura. Era assim que começavam os dias da loja mágica.
Na cave da loja havia o artesão, onde com muito cuidado o senhor António, fazia os brinquedos (sempre foi assim que ele passou a sua vida). O senhor António era um homem já com muita idade, baixo e forte. Usava um bigode comprido, tinha cabelos brancos e muita experiência.
Numa tarde, o dono da loja encomendou um príncipe e, como sabemos, os príncipes têm que ser valentes, corajosos e bonitos. O senhor António, muito cumpridor dos seus deveres, fez o tal boneco às medidas perfeitas.
A bailarina, numa manhã ao fazer o seu trabalho, olhou para o príncipe e apaixonou-se à primeira vista. Quanto ao príncipe, aconteceu-lhe o mesmo. E foi assim que começou uma bela história de amor.
Nesses dias, a loja parecia diferente, estava com mais felicidade, amor, alegria, muito colorida e mais mágica!
Mas o amor não durou muito tempo, porque o boneco foi parar às mãos de um menino que não sabia cuidar dos brinquedos, logo aí o príncipe estragou-se e desapareceu porque nem o senhor António conseguia reparar o estrago.
A bailarina, quando soube ficou muito triste e começou a ficar gravemente doente. Imaginem que ela nem queria sair da caixa de música para trazer a magia à loja! A loja mágica sem alegria e sem cor começou a ficar sem crianças e por isso já não vendia os brinquedos. O senhorio da loja teve que fechá-la, pois já não tinha dinheiro para a manter.
E foi assim, um fim triste para a loja mágica. Durou, sobreviveu a muitas crises, excepto a uma história de amor.

Beatriz Martins

sexta-feira, 11 de março de 2011

A autora da próxima história é ...

... Beatriz Martins do 8ºAno [2010/2011].

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Um baú muito peculiar

O objecto “baú” relembra a todos muitas histórias relacionadas com tesouros escondidos em ilhas distantes e desertas, e com piratas de olho de vidro e perna de pau. Porém, e se o baú se encontrar nas mãos de um sapateiro? Que tipo de tesouro teria?
Raul era um jovem rapaz que se dedicava a tempo inteiro a produzir, modernizar e transformar sapatos, tornando-os mais adequados para os seus donos. Todos os seus dias eram preenchidos por trabalho, trabalho e mais trabalho, deixando de lado as amizades, os amores e outros sonhos e interesses. Tornou-se num robô, sem sentimentos e emoções, com um único objectivo: alcançar uma vida sem dificuldades, misérias e pobrezas.
No decorrer do tempo, o “patinho” passou a “cisne”. Após longos períodos de trabalho árduo, os seus sapatos tornaram-se os mais belos e desejados daquela região.
Raul tornou-se num homem rico. Tudo o que possuía era cheio de brilho e cor. Todavia, esta beleza encontrava-se só no exterior, porque o interior era obscuro, os sentimentos e emoções tinham desaparecido....
A melhoria das condições económicas e financeiras de Raul permitiu a expansão da sua loja por mais sítios e também a possibilidade de admitir ajudantes.
Certo dia, uma mulher de cabelos negros, contrastados com a sua pele branca, pede e implora por um emprego na sua loja. Raul, ao ver a imagem da pobre mulher, vestida de tecidos velhos, sem cor e sem brilho, recusa o pedido, pois uma figura destas só poderia estragar a imagem da sua sapataria. Ao ser confrontada com tal resposta, a pobre mulher oferece-lhe o objecto mais valioso que possuía, um baú, para tentar convencê-lo a contratá-la. Raul fica surpreso e intrigado, mas, por outro lado, admirado com o objecto que lhe fora oferecido. O baú era revestido por talha dourada que brilhava à luz do sol, e apresentava padrões únicos e tão belos que ele não pôde recusar.
Quando recebeu o baú, não aguentou mais e decidiu logo abri-lo. Dentro deste, encontravam-se todos os sentimentos e sonhos por ele esquecidos. Por isso, ao abrir o baú, abriu também o seu coração, deixando escapar todas as suas emoções. Agora, o interior de Raul brilhava com o seu exterior, a luz tinha incidido, também, no seu coração acendendo a sua chama de novo.
Com a abertura do baú, a vida e a personalidade deste sapateiro mudaram. Raul aprendeu que um homem só tem o direito de olhar outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.

Susana Claro

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A autora da próxima história é ...



... Susana Claro - 9ºAno [2010/2011]

domingo, 30 de janeiro de 2011

Querido diário


Hoje é um dia muito especial para mim, pois irá decidir-se a minha vida e o meu destino. É um dia onde o perder não poderá ter lugar.

Preciso urgentemente de falar contigo, pois só tu me consegues compreender, nesta confusão que está a minha vida, desde a primeira vez que a vi. Já te falei da Ronronette? Aquela gata linda de grandes olhos verdes e penetrantes, com um pêlo de prata, macio e sedoso, que passa todos os dias por mim? O que eu dava para pisar o chão, junto daquele peito redondo e porte altivo! … Mas como é que um simples gato, triste e vadio, sozinho e abandonado, poderá competir com outros gatos que se lavam todos os dias, muito bem arranjadinhos? …

Como é possível?! Eu, um dos gatos mais arrojados das ruas, o mais valente e o mais corajoso, o terror dos ratos, a tremer como varas verdes quando a minha gata passa por mim! Todos os dias à mesma hora, no mesmo lugar, observo-a, como um namorado impaciente, à espera da sua amada … Será isto AMOR? Será isto a tal paixão de que todos falam?

Hoje é um dia especial, pois ganhei coragem para me apresentar à dona do meu coração. Vou tomar banho pela terceira vez na vida, vou-me perfumar e colocar a coleira mais elegante que tenho – a de latão brilhante. E assim me apresentarei.

Mas como? Sou apenas um gato e tenho que deixar de sonhar. Até tu, diário, não existes … Tudo isto é apenas o produto de uma enorme imaginação.
Alexandre Costa

sábado, 29 de janeiro de 2011

Autor da próxima história é...



... Alexandre Costa da Turma 9ºAno [2010/2011]



quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

1ºColeção de pijamas

1ºColeção de pijamas

Motivada pela leitura da história "Uma avó especial", a Laura presenteou-nos com esta coleção de pijamas.

Agora, inventa uma nova coleção e envia-nos.

E-mail: site.agrupamento.fg@gmail.com

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O meu percurso diário


Sete horas. Triiim! Oh, hora de levantar! Depois deste momento tão bom e deste sono tão longo, a minha desilusão! Às vezes, até penso em hibernar… Mas tem de ser. E eu até gosto de ir para a escola mas se fosse um bocadinho mais tarde, não fazia mal nenhum.
Levanto-me ainda com os olhos fechados de tanto sono que tenho e vou à casa de banho lavar a cara, os dentes e vestir-me. Saio de lá com menos sono e pronta para ir para a escola. Olho para o relógio e… já estou atrasada! Vou a correr tomar o pequeno-almoço que já está em cima da mesa da sala. Engulo o croissant com a ajuda do leite e fico à espera da minha irmã, que ainda agora se levantou. Se calhar, hoje, ao primeiro tempo, é Moral…
Estamos todas prontas. Metemo-nos no carro e dirigimo-nos ao café onde a minha mãe toma o seu café de dez minutos. Enquanto isso, eu vejo se fiz todos os trabalhos e a minha irmã diverte-se a pegar comigo. Finalmente, entra no carro e dirigimo-nos para a escola.
Quando chego lá, para meu espanto, já tocou. Despeço-me da minha mãe e corro pela escola dentro, até à sala C3.



Rita Gonçalves - 5º Ano [2010/2011]

A autora da próxima história é ...


... Rita Gonçalves do 5ºAno.

História do meu nome

Mafalda

No princípio da gravidez da minha mãe, os meus pais começaram a pensar em nomes de rapazes e de raparigas. Se eu fosse rapaz chamar-me-ia Simão, Diogo, Bernardo, Gonçalo… Mas se eu fosse rapariga, as opções eram limitadas: ou me chamava Mafalda ou Rute, ou até mesmo Ana Rita. Os meus pais gostavam de Ana Rita, mas não mo atribuíram porque tenho uma prima com esse nome. Confesso que não gosto muito dele. Nem de Mafalda eu gosto, quanto mais de Ana Rita! Os meus pais tiveram alguma dificuldade em decidir, pois o meu pai gostava de Rute e a minha mãe de Mafalda!!! A minha mãe gostava da banda desenhada da Mafalda, muito antiga, que ela já tinha lido e relido! O meu pai desistiu da opção de Rute porque tinha medo que a minha alcunha na escola fosse ROTA. O meu irmão Bruno, que nessa altura tinha ainda tinha três anitos, pela primeira vez conseguiu pronunciar um nome próprio em condições e por mero acaso o primeiro nome foi Mafalda. Os meus pais decidiram sem mais nenhuma hesitação.

Significado do meu nome Mafalda

Variante de Matilde, guerreira que combate com energia. Dócil e sincera, sente-se feliz quando conquista a simpatia dos outros. Por isso, faz tudo para agradar aos amigos e não se importa de ouvir as suas lamentações. Muito conservadora, coloca a família acima de tudo.

Mafalda Costa
5ºAno [2010/2011]

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A autora da próxima história é...



... Mafalda Costa do 5ºAno.

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